Duzentos anos após a Revolução Francesa ainda existem reis e rainhas no mundo. São ao todo 78 países onde eles continuam a reinar, destacando-se: Grã-Bretanha, Holanda, Espanha, Suécia, Dinamarca e Noruega. Os movimentos contra as monarquias ainda têm baixa adesão, ocorrendo maior avanço na Suécia onde a taxa de adesão é um insignificante 0,08%.  Na Suécia o apoio da população gira entre 60 e 70%. Este país vive agor um período de alta da monarquia por causa do casamento da bela princesa Victória com o seu ex-personal trainer Daniel Westhing. Casamentos monárquicos são verdadeiros contos de fadas, onde milhares de pessoas se aglomeram para assistir ao desfile real e os índices de audiência televisiva sobem extraordinariamente.

Os custos para manter uma monarquia são assustadoramente altos. Na Suécia, por exemplo, é de cerca de US$ 16 milhões anuais, mas pelas análise da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) nestes países existe mais justiça social.  Ao que parece o dinheiro não está fazendo falta.  Os problemas mais urgentes tais como saúde, emprego e educação são sempre prioridades em suas pautas à discutir o fim da monarquia. Pelo visto o conto de fadas da família real ainda será mantido por longa data, pois a imagem de um império é muito forte nas negociações e geração de negócios. Pelo sim , pelo não, temos que admitir que a pompa e a elegância de uma realeza ainda deixa muita gente extasiada com a lembrança de um passado inesquecível. O poder político é superado pelo poder da fantasia.

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